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Cidades Quarta-feira, 20 de Março de 2024, 16:33 - A | A

Quarta-feira, 20 de Março de 2024, 16h:33 - A | A

PÁSCOA

Agentes de trânsito fazem a alegria de crianças internadas no HMC com entrega de ovos de chocolate

LÁZARO THOR - Prefeitura de Cuiabá

Todo ano a história se repete e nesta quarta-feira (20) não foi diferente. Caminhando sutilmente, homens vestidos de uniformes atravessam os corredores do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). 

Com caixas enormes, o grupo para de leito em leito, e a sutilidade necessária para caminhar por uma ala pediátrica logo dá lugar ao burburinho da criançada: eles estão entregando ovos da Páscoa!

“Se passamos direto, as crianças logo cobram as mães”, diz Ademir de Arruda e Silva, presidente Sindicato dos Agentes de Trânsito e Transporte de Cuiabá (Sinattrac). “Quando chegamos aqui o que a gente vê é só alegria tanto dos pais quanto das crianças, por um momento todos esquecem que estão doentes”, conta. 

Nessa Páscoa, como acontece há três anos, Ademir e seus colegas servidores da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) deixaram um pouco a rotina do controle do trânsito em Cuiabá e fizeram um “bico” de coelho da Páscoa para 50 crianças da Ala Pediátrica do HMC. 

A ideia partiu de servidores do HMC, que fizeram o convite ao Sinattrac há três anos atrás. O pedido foi prontamente atendido e desde então a ação faz parte do calendário da unidade de saúdee e da rotina anual do sindicato.

Para Rosenil Magalhães, responsável técnica pela ala pediátrica do hospital que é referência em todo estado de Mato Grosso, ver a felicidade das crianças e dos pais com esse pequeno (mas significativo) gesto, é também uma conquista do ponto de vista profissional. 

“O efeito psicológico desse tipo de ação é muito evidente, percebemos uma melhora que é inclusive física nos pacientes”, explica. “Ficamos felizes de fazer parte disso e de poder proporcionar mais um dia de alegria no HMC”. 

Ademir concorda. Ele define a felicidade de fazer o bem ao próximo como uma forma de cura, não só para si, mas também para o outro.  

“Eu diria que se cada um de nós somarmos esforços para olhar para o próximo, sobretudo em momentos de enfermidade, talvez conseguiríamos ajudar a reverter a situação clínica de quem está doente”, conta.

 
 
 
 
 
 
 
 
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