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Política Sexta-feira, 09 de Abril de 2021, 10:47 - A | A

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ARTICULAÇÕES

Botelho não vê cenário favorável para Emanuel disputar governo em 2022

Jefferson Oliveira

O deputado estadual Eduardo Botelho afirmou que seu partido, o Democratas, trabalha para reeleger o governador Mauro Mendes, para que ele termine o serviço que começou. Por isso, Botelho disse não enxergar um cenário favorável para o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), entrar na disputa ao governo.

Botelho destacou que o trabalho desenvolvido por Mendes conseguiu equilibrar as contas do Estado, criar um superávit e deixar o governo em condições de fazer entregas de obras e, inclusive, fazer concessões ao funcionalismo público. Por isso, o DEM não abre mão da reeleição.

Já ao falar do prefeito Emanuel Pinheiro - que nega a candidatura, mas tem adotado um discurso de quem concorrerá ao governo em 2022 - Botelho disse que o melhor para o prefeito é terminar seu mandato na capital.

“Ele ganhou para fazer quatro anos de gestão na prefeitura de Cuiabá, está fazendo uma boa administração e tem que terminar. A menos que surja um cenário tão bom para ele, mas, mesmo assim, acho que o momento dele é na Prefeitura. Tem que terminar os quatro anos para que foi eleito”, disse.

Botelho reforçou que, assim como Mauro Mendes, Emanuel não está focado em campanha e, neste caso, a eleição se tornaria ainda mais difícil para o prefeito, pois precisa manter o foco na administração da cidade que mora e não terá tempo de viajar constantemente ao interior projetar articulações.

De acordo com Botelho, Jayme Campos hoje é o maior e mais respeitado nome dentro do Democratas, e já tem viajado para dialogar com os principais nomes da sigla no interior. Uma reunião partidária deverá acontecer assim que passar a pandemia. No momento, o partido busca se fortalecer internamente para só então buscar as articulações.

“Acabando essa pandemia, precisamos juntar essa experiência do que o Jayme tem sentido na rua com o que o Mauro está vendo lá dentro [Palácio Paiaguás], para chegarmos em um consenso para o próximo ano. Primeiro precisamos pensar no partido, com uma chapa forte, deputado estadual, federal, e aí sim fazer coligação. Vamos ter que fazer coligações e composições no próximo ano”, concluiu.

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