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Política Terça-feira, 13 de Setembro de 2022, 10:17 - A | A

Terça-feira, 13 de Setembro de 2022, 10h:17 - A | A

FICOU NA BRONCA

Lúdio vê esquerda tímida em MT e cobra candidatos a majoritária que “abracem” Lula

Da Redação

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) disse que os candidatos da federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) e de partidos aliados ao grupo majoritário devem abraçar mais a campanha de Lula (PT) em Mato Grosso. Em sua avaliação, os postulantes estão muito “tímidos”.

Em conversa com jornalistas, Lúdio cobrou que os candidatos se envolvam mais com o projeto do petista à presidência da República, principalmente no cenário atual de extrema polarização e por Mato Grosso ser conhecido como reduto bolsonarista.

 

“Na minha opinião, as campanhas majoritárias da federação, da coligação Lula, elas estão muito tímidas. Tímidas no sentido de abraçar a candidatura do Lula. A candidatura do Lula precisa ser abraçada pelas candidaturas majoritárias, tanto pelo governo, quanto pelo Senado", afirmou.

Lúdio afirmou ainda que os candidatos das eleições proporcionais já estão fazendo seu papel, espalhando a campanha de Lula por todo o estado, e enfatizou que é necessário haver o mesmo compromisso por parte dos candidatos majoritários, que gozam de mais tempo de TV e Rádio, além de ter mais recursos para publicidade.

“Nós, que somos candidatos a proporcionais, estamos dando o sangue para isso acontecer [crescimento de Lula no estado]. Ao contrário, nós vamos cumprir o nosso dever de pedir voto para todos os candidatos [a majoritária] da nossa coligação. Agora, são as majoritárias que impulsionam a campanha nacional, que fazem link, porque têm tempo de TV, têm inserção, têm debates, têm entrevistas... precisamos ver essa sintonia refletida na campanha”, destacou.

Os partidos da coligação de esquerda “Brasil da Esperança” têm como candidata ao governo Márcia Pinheiro (PV), e ao Senado Federal Neri Geller (PP).

Desde o começo das articulações, Lúdio tem criticado a postura do partido frente ao pleito. Para ele, o PT tinha que ser protagonista da campanha para garantir um palanque seguro para Lula em Mato Grosso. No entanto, a sigla não encabeçou nenhum projeto majoritário, ficando apenas com a segunda suplência da chapa de Neri, com Nilton da Fetagri.

 
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