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Polícia Sábado, 17 de Fevereiro de 2024, 19:40 - A | A

Sábado, 17 de Fevereiro de 2024, 19h:40 - A | A

INVESTIGAÇÃO

Polícia pede prisão de dois novos suspeitos no envolvimento da morte de Zampieri

g1 MT

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (Dhpp) de Cuiabá, pediu à Justiça de Mato Grosso a prisão e pedido de busca e apreensão contra dois novos suspeitos de envolvimento no morte do advogado Roberto Zampieri, de 57 anos, no dia 5 de dezembro de 2023, em frente ao escritório onde ele trabalhava em Cuiabá.

A justiça ainda não emitiu uma decisão sobre o pedido, que pode ou não ser aceito pelo juiz responsável pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá, ainda de acordo com a polícia.
Roberto Zampieri foi morto com 10 tiros dentro do próprio carro em frente ao escritório. Ele foi surpreendido por um homem de boné, que disparou pelo vidro do passageiro, e fugiu em seguida.

Indiciados

No dia 12 deste mês, três pessoas foram indiciadas, suspeitas de envolvimento na morte. Os indiciados são:

Antônio Gomes da Silva - suposto atirador
Hedilerson Barbosa - suposto intermediador, auxiliar do atirador e dono da pistola 9mm usada no assassinato
Etevaldo Luiz Caçadini - suposto financiador

A reportagem tenta contato com a defesa dos citados.

Segundo a Polícia Civil, eles deverão responder por homicídio duplamente qualificado pela traição, por emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido.

Ainda de acordo com a polícia, outro agravante do crime foi o fato de ter sido praticado mediante pagamento ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe.

Envolvimento na morte

Segundo as investigações, o suposto executor (Antônio Gomes) foi contratado pelo valor de R$ 40 mil. Já o intermediário (Hedilerson Barbosa), despachou uma pistola calibre 9 mm, registrada no próprio nome, para Cuiabá, no dia 5 de dezembro, mesma data do crime.

O encontro entre o intermediador e o executor para entrega da arma ocorreu em um hotel, onde os dois ficaram hospedados na capital mato-grossense, ainda conforme investigações.

Antônio Gomes teria ido até o escritório do advogado um dia antes de cometer o crime. Além disso, ele teria vigiado a vítima por 30 dias antes do assassinato.

 
 
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