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Política Quinta-feira, 14 de Março de 2024, 16:51 - A | A

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Emanuel diz que opositores sabiam sobre afastamento e faz denúncias contra novo desembargador

Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), denunciou nesta quinta-feira, 14 de março, que os vereadores da oposição na Câmara Municipal teriam sido avisados com antecedência sobre a decisão do Tribunal de Justiça que o afastou do cargo no último dia 4.

Segundo o emedebista, os vereadores da oposição convidaram os parlamentares da base do prefeito para uma reunião em uma casa no Centro da capital, “às escondidas”, dizendo que “iria estourar uma bomba em breve”.

“Uma semana antes, mais ou menos, do afastamento que aconteceu no último dia 4 de março, um grupo de vereadores da oposição se reuniu com alguns da situação, numa casa no centro da cidade, às escondidas e num clima de euforia. Alegaram que tinha acontecido algo e que iria acontecer uma bomba contra o prefeito. E que eles tinham que preparar uma processante. Como é que eles sabiam? A decisão foi do dia 19 de fevereiro, mas estava em sigilo absoluto. Tenho testemunhas de que eles sabiam antes”, contou Emanuel, em entrevista à rádio Cultura FM.

Emanuel disse ainda que seu afastamento foi “patrocinado” pelo governador Mauro Mendes (União), juntamente com um “novo desembargador”, que teria sido nomeado recentemente pelo chefe do Estado.

“Ele não se aguenta, ele [Mauro Mendes] comenta. Tem um promotor que virou desembargador recentemente que, tomando uísque, falou pra todo mundo, se gabando que ele que fez toda a peça e tal, que pá, pá, pá... E essa peça, ele juntou coisa do passado, coisa do presente, e fez um trem bacana, que ele é o cara e tal, e que vão botar no c* do Emanuel. E na frente de autoridades, tomando uísque e rindo alto, se gabando. Ainda falou que tem um outro processo que estava com o desembargador fulano de tal, e esse processo veio tudo para ele. E daí o Mauro falou para ele não assinar, que poderia dar por impedido”, disse.

Por fim, Emanuel disse que vai acionar a Justiça para se resguardar, porque tem duas testemunhas que ouviram as declarações do novo desembargador durante uma bebedeira.

“Tenho testemunhas idôneas e sérias, mas somente duas testemunhas querem falar, uma não. Tão grave quanto isso é ele dizer 'olha, temos processos que não mão do desembargador tal veio para as minhas mãos'. E agora começa a surgir operação contra a Limpurb, operação contra não sei o que”, denunciou.

 

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