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Política Quinta-feira, 14 de Março de 2024, 11:16 - A | A

Quinta-feira, 14 de Março de 2024, 11h:16 - A | A

TOLERÂNCIA ZERO

Após desocupação, Mauro reforça que ninguém conseguirá terras em MT à base de ameaças

Da Redação

O governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou na manhã desta quinta-feira, 14 de março, que apesar de o Estado adotar "tolerância zero" às invasões de terras, reconhece a importância da reforma agrária. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o governador também criticou a ação dos grileiros que invadiram uma área no Contorno Leste, em Cuiabá.

“A reforma agrária teve a sua importância, é possível fazer, alocar quem queira realmente trabalhar e não para quem quer especular terras”, disse.

Sobre a invasão do Brasil 21, em Cuiabá, o governador explicou que o governo cumpriu determinação judicial e afirmou que as pessoas devem abandonar a ideia de que conseguirão terras "fazendo algazarra e ameaça".

"Essa semana, por exemplo, cumprimos um mandato judicial de fazer a desocupação de uma área grande aqui na capital, que tinha sido invadida, e fomos lá e executamos. Nós temos que parar com essa ideia de que as pessoas podem invadir terras, que é fazendo algazarra, fazendo ameaça que vai consegui um pedaço de terra", contou.

Apesar de reconhecer a importância da reforma agrária, Mauro ressaltou que Mato Grosso possui números muito positivos sobre no combate às invasões de terras. Segundo ele, em um ano de política de "tolerância zero", a Polícia Militar conseguiu evitar 30 invasões em 24 municípios, levando 125 pessoas à cadeia.

CRIMINALIDADE

Durante a entrevista em rede nacional, Mauro também relatou um problema de segurança pública que vivenciou em São Paulo, no bairro onde sua filha mora, para exemplificar o crescimento da criminalidade no país. Ele contou que tentou fazer uma ligação em frente ao apartamento e foi repreendido pela filha, devido ao risco de ser assaltado.

“O Brasil é o quinto país no mundo que mais investe na segurança pública, entretanto os resultados são ruins [...] Infelizmente, é assim em São Paulo e em qualquer do Brasil. 25% dos celulares roubados no mundo são do Brasil”, disse.

 
 
 
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